Instalação da Condensadora no Local Correto gera Economia

Instalação da Condensadora do jeito certo gera até 15% de economia na conta de Luz. Entenda os principais motivos.
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Índice

Ar-condicionado = Luz alta, será?

Muitos clientes nos procuram reclamando que o ar-condicionado “gasta muito”, sem saber que o problema pode não ser na máquina em si, mas onde a unidade externa (condensadora) foi instalada.

Na engenharia do ar-condicionado, estética não pode superar as normas técnicas. Se a unidade externa está sem espaço para “respirar”, o equipamento sufoca, a eficiência cai e o consumo elétrico dispara com o compressor operando sob-pressão. Nós, da DBG Ar Condicionado, levamos em consideração a eficiência energética em cada projeto. Abaixo, explicamos tecnicamente — por que esse posicionamento é decisivo para o seu bolso.

 

Exemplo Modelo de Condensadora Com Troca de Calor pela Parte Superior

Por que a localização importa?

Para entender a economia, é preciso entender o funcionamento básico: o ar-condicionado não “produz” frio; ele remove o calor do ambiente interno e o joga para fora através da condensadora.

Se instalarmos a unidade externa em um local onde o ar quente fica preso (como em sacadas envidraçadas fechadas, áreas de serviço abafadas ou locais com incidência solar direta), ocorre o que chamamos de superaquecimento do sistema.

O que acontece na prática:

  1. O sensor identifica que a troca de calor está ineficiente.
  2. O compressor é forçado a trabalhar em rotação máxima por muito mais tempo para compensar.
  3. O consumo de kWh sobe drasticamente (podendo ultrapassar os 15% de desperdício).
  4. A vida útil do equipamento diminui pelo desgaste excessivo das peças.

Observação: Um aparelho Inverter mal instalado pode gastar mais que um aparelho convencional bem instalado. A tecnologia ajuda, mas a instalação correta é soberana.

Para garantir que seu equipamento entregue a economia prometida na etiqueta do Inmetro, nossa equipe técnica segue rigorosamente três pilares de posicionamento. Verifique se o seu aparelho atual respeita estas regras:

1.

Ventilação Cruzada e Dissipação

A condensadora precisa de ar fresco circulando. Locais confinados criam uma “bolha de calor” ao redor da máquina. O ventilador da unidade externa precisa ser capaz de expulsar o ar quente para longe, sem que ele retorne para a máquina.

2.

O mito da parede e as distâncias reais (Frente vs. Trás)

Aqui precisamos desfazer uma confusão comum. Muita gente acha que a condensadora precisa ficar no meio da varanda, quando na verdade, a instalação padrão em suportes na parede é perfeita, desde que se entenda como a máquina respira.

O ar-condicionado funciona como um pulmão: ele puxa o ar por trás (e pelas laterais) e sopra o ar quente pela frente. Por isso, as distâncias variam conforme o modelo de condensadora:

Atrás da Máquina: Respeitando o suporte padrão

Para essa parte não é necessário muito espaço, a maioria dos fabricantes exige entre 10cm e 15cm de distância entre a parte posterior da máquina e a parede onde está o suporte ou base (issop para os ambos modelos citados acima).

  • A Realidade: Os suportes padrão (mão-francesa) de qualidade que a DBG utiliza já são projetados com essa medida exata.
  • O Erro: O problema acontece quando a máquina é instalada sem suporte, encostada no chão ou colada num canto de parede, bloqueando a entrada de ar. Se o ar não entra, o motor sufoca.

 

Frente da Máquina: O perigo de bloquear a ventilação


É aqui que mora o perigo e onde se aplica a regra de 1 a 2 metros. A frente da condensadora (onde fica a hélice) precisa estar totalmente livre. Se houver uma parede, um vidro de sacada fechado ou um guarda-corpo sólido muito próximo à frente da máquina, o ar quente bate e volta para o motor.

Efeito Bumerangue: O motor suga o próprio calor que acabou de expulsar. Isso causa superaquecimento imediato e aumento brutal no consumo de energia.

Dica de Ouro DBG: Se sua varanda tem grade vazada, ótimo. Se for mureta de alvenaria ou vidro, a máquina deve ser instalada acima da altura do obstáculo ou distante o suficiente para o ar dissipar.

ilustração de instalação de condesadora do jeito certo

3.

Proteção contra Intempéries (com ressalvas)

Embora a máquina seja feita para parte externa, protegê-la do sol direto do meio-dia ajuda na troca térmica. Porém, jamais cubra a máquina com caixas ou telhados baixos que impeçam a ventilação citada no item 1.

O ideal é uma cobertura que não aqueça, com no mínimo 1,5m de altura da parte superior da condensadora  para o modelo de descarga superior, e de 40 cm da parte superior da condensadora para o modelo de descarga frontal.

A DBG Ar-condicionado preparou um artigo apronfundado sobre Instalação. Veja agora o 🔗 Guia Completo de Instalação de ar-condicionado. (clique aqui).

A Facilidade de Manutenção também gera economia

Um ponto que poucas empresas de climatização consideram no momento da instalação é o futuro: a limpeza. Se a condensadora for instalada em um local de acesso perigoso ou inacessível (como em fachadas sem varanda e sem suporte adequado), a Limpeza e Manutenção Preventiva será negligenciada ou custará muito mais caro devido à necessidade de andaimes ou rapel.

Uma condensadora suja (com a serpentina empreguinada de poeira) sofre do mesmo problema da falta de ventilação: não troca calor e gasta mais luz. Portanto, pensamos estrategicamente no local para facilitar a higienização periódica.

Precisa de Instalação? Cuidado com o barato

Com mais de 10 anos atuando em São Paulo, podemos afirmar que economizar com uma “instalação barata” do seu ar condicionado pode ser um prejuízo a longo prazo. Para um bom desempenho é indispensável a visita técnica de um profissional para orientar sobre o local mais adequado.

Nós da DBG focamos em entregar conforto térmico real com eficiência energética. Se você vai construir, reformar ou precisa reposicionar sua máquina para economizar na conta de luz, fale com nossa equipe técnica.

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